É possível que a Inteligência Artificial fortaleça o malware futuramente?

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O que aconteceria se a Inteligência Artificial pudesse ser usada para criar malware no futuro? Os cibercriminosos são capazes de lançar “ciberataques potenciados com a Inteligência Artificial” causando impacto devastador tanto para indústrias como para indivíduos? A Inteligência Artificial pode ser utilizada com uma ferramenta por parte dos invasores?

Todas essas perguntas – e mais – são exploradas no novo white paper “É possível que a Inteligência Artificial potencie o malware no futuro?” O documento oferece um olhar técnico dentro de um dos temas mais falados na indústria, a Inteligência Artificial e o Machine Learning, que por sua vez analisa diversos temas, incluindo como os cibercriminosos podem fazer uso da Inteligência Artificial em seus ataques direcionados a dispositivos móveis, IoT ou ainda cenários chave.

Dentro do white paper, continuamos lembrando como é comum confundir os termos Inteligência Artificial e Machine Learning, e apresentamos os resultados de uma pesquisa realizada junto com a empresa líder em investigação de mercado, OnePoll. Cerca de 1000 responsáveis de TI nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha foram consultados sobre suas percepções e preocupações sobre a Inteligência Artificial e o Machine Learning no contexto da cibersegurança.

Surpreendentemente, dois terços (66%) dos entrevistados lembraram que a nova aplicação da Inteligência Artificial aumentará o número de ataques em sua organização, e ainda mais disseram que tais tecnologias irão tornar as ameaças mais complexas e difíceis de detectar (69% e 70% respectivamente). Por outro lado, muitos responsáveis de TI entrevistados acreditam que tanto a Inteligência Artificial como o Machine Learning os ajudarão a detectar e responder a ameaças com maior velocidade (80%) e solucionar o vazio de experiência em cibersegurança em seus cargos de trabalho (76%).

Por que tanto furor com a Inteligência Artificial?

Realizar uma simples busca do termo “Inteligência Artificial” mostra cerca de 2.2 mil milhões de resultados, ou seja, é simples ver por que esse tema está reunindo tanta fama, seja nos meios de comunicação ou no ramo empresarial. Isso se deve aos ambiciosos benefícios que essa tecnologia promete, que vão desde a automatização completa dos processos até a resolução dos mais complexos assuntos que as indústrias enfrentam. Seja qual for o motivo de sua popularidade, acreditamos que existem implicações verdadeiras para os negócios relacionados ao furor gerado sobre as vantagens – ainda que não alcançadas – da Inteligência Artificial.

Em nossa pesquisa, descobrimos que 82% dos responsáveis de TI acredita que o produto de segurança implementado em sua organização utiliza Machine Learning. Do resto, 53% declarou que sua organização está planejando implementar tais funções dentro de 3 a 5 anos. O white paper também detalha como funcionam os algoritmos de aprendizagem supervisionados, não supervisionados, e semi-supervisionados na cibersegurança, uma vez que se refere a algumas das limitações dessa tecnologia.

Usos da IA em ataques de malware

Encontrar novas vulnerabilidades para explorar, ocultar malware na rede de uma vítima ou combinar diversas técnicas de ataque, são todas maneiras que os desenvolvedores de malware podem fazer uso da Inteligência Artificial para seus próprios objetivos. Alguns atacantes podem, potencialmente, se aproveitar da Inteligência Artificial de maneira que os permita identificar se uma solução de segurança específica se encontra na rede do usuário e isso faz com que ele determine como prosseguir com seu ataque. Também citamos casos de uso adicionais, táticas e técnicas que os cibercriminosos podem utilizar e quais pontos as equipes de TI devem estar atentas.

Esse whitepaper examina um dos tópicos mais falados na indústria da segurança da informação e é de extrema importância para aqueles que trabalham nela, assim como para aqueles que estão interessados em conhecer mais sobre o Machine Learning e a Inteligência Artificial. 

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