São Paulo, maio 2025 - A ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, anuncia a abertura das inscrições para a 17ª edição do Prêmio ESET de Jornalismo em Segurança da Informação, que reconhece os melhores trabalhos jornalísticos da América Latina sobre temas ligados à cibersegurança.
Jornalistas brasileiros podem participar com reportagens publicadas entre 30 de agosto de 2024 e 9 de agosto de 2025, em três categorias: Imprensa Escrita, Imprensa Digital e Imprensa Multimídia. Cada profissional pode aplicar até um trabalho por categoria. As inscrições devem ser feitas pelo site: https://www.eset.com/br/premio-jornalismo/
O autor da melhor reportagem da América Latina será premiado com uma viagem para participar do Mobile World Congress 2026, em Barcelona (Espanha), além de uma visita exclusiva à sede da ESET, localizada em Bratislava, na Eslováquia. Também haverá prêmios para os vencedores de cada categoria e menções especiais para os melhores trabalhos por região, incluindo Brasil, México, Região Andina, Rioplatense, América Central e Caribe Sul-Americano.
Os trabalhos serão analisados por um júri composto por especialistas e jornalistas da região. Serão considerados os seguintes critérios de avaliação: relevância social do tema, profundidade da apuração, originalidade da abordagem, qualidade narrativa e uso adequado da terminologia técnica.
Destaque brasileiro na última edição
Em 2024, o jornalista Eduardo Vieira Machado, da CBN Floripa, recebeu o prêmio de melhor trabalho da Região Brasil com a reportagem “Golpe da falsa central de atendimento”. O vencedor geral da edição foi o argentino Juan Brodersen, do jornal Clarín, com a matéria “Os perigos dos vazamentos de dados: onde termina sua informação pessoal roubada e para que ela é usada”.

Juan Brodersen durante sua viagem à Eslováquia, no escritório da ESET em Bratislava, ao lado de Robert Lipovský, pesquisador principal de malware, e Ondrej Kubovič, especialista em conscientização sobre cibersegurança
Outros premiados foram:
- Na categoria Imprensa Escrita, o vencedor foi Diego Ojeda, da Colômbia, com o artigo “Criminosos estão usando a imagem de famosos para aplicar golpes em vítimas”, do El Espectador.
- Na categoria Imprensa Digital, a vencedora foi Ana Laura Vasquez Sarmiento, do México, com a matéria “Portais do Cibercrime”, publicada no haygatoencerrado.
- Já na categoria Imprensa Multimídia, a vencedora foi Mariana Segulin, da Argentina, com a reportagem “O conto do vigário dos aplicativos”, exibida pelo Canal 13.
As menções especiais por região foram concedidas aos seguintes trabalhos:
- México: Georgina Becerril e Alfredo Narváez, com “Stalkerware: a ‘ameaça invisível’ que pode ser usada por seu parceiro para espionar seu celular”, publicada no Uno TV.
- Região Andina: Paola Carrillo, do Equador, com “A Meta vulnera nossos dados pessoais porque não há autoridade que os proteja”, publicado no La barra espaciadora.
- Rioplatense: Mariana Otero, da Argentina, com “Como adolescentes de Córdoba apostam online mesmo sem poder”, do La Voz del Interior.
- América Central: Graciela Ivania Rajo de Luna, de El Salvador, com o artigo “Fatos em perspectiva – os cibercrimes”, veiculado no Canal 12 de televisão.
- Caribe Sul-Americano: Edgar Leonardo Medina Silva, da Colômbia, com “A história de uma mulher hackeada pelo Facebook”, publicado no Crónicatech.
Para saber mais e se inscrever no Prêmio ESET de Jornalismo em Segurança da Informação 2025, acesse: https://www.eset.com/br/premio-jornalismo/