
A história, por mais conhecida que seja, não perdeu sua relevância nem seu encanto. Pelo contrário, com o passar do tempo, seu valor só aumentou. Acredite ou não, a empresa que revolucionou a indústria da informática nasceu em uma garagem em Los Altos, Califórnia e essa garagem foi até declarada patrimônio local.
Os primeiros passos
Foi nesse espaço modesto que Steve Jobs, Steve Wozniak e Ronald Wayne deram os primeiros passos para moldar a Apple. Em 1º de abril de 1976, o acordo de parceria da Apple Computer foi assinado, e as primeiras reuniões de negócios com investidores aconteceram ali mesmo.
Duas semanas depois, Wayne decidiu sair do projeto e vendeu sua participação para os antigos parceiros. Mas seu legado permaneceu: ele foi o criador do primeiro logotipo icônico da Apple.
Em termos de produtos, o Apple I foi a primeira criação da empresa. Montado à mão por Wozniak, esse computador incluía uma placa-mãe, CPU e RAM, sendo vendido por pouco menos de 700 dólares. No entanto, foi em 1984 que a Apple se consolidou no mercado com o lançamento do Macintosh, o primeiro computador a oferecer uma interface gráfica de usuário.
Assim começaram os primeiros capítulos da história de uma empresa que transformou a tecnologia. O iPod, o iPhone e o iPad foram alguns dos produtos que a tornaram uma referência global e criaram uma legião de fãs.
Derrubando mitos
Mas essa popularidade também teve um efeito colateral: chamou a atenção dos cibercriminosos. Ao contrário do que muitos ainda acreditam, Macs e iPhones não são imunes a ameaças virtuais.
Embora a maioria dos ataques cibernéticos tenha como alvo usuários de Windows e Android, devido à sua maior participação no mercado, isso não significa que dispositivos Apple estejam totalmente protegidos. Desde 2015, a detecção de vulnerabilidades em macOS e iOS tem crescido de forma constante. Somente no ano passado, a Apple precisou corrigir 10 vulnerabilidades de zero-day. Em janeiro deste ano, uma nova atualização de segurança foi lançada para corrigir falhas críticas em versões mais antigas do iPhone e iPad.
Pesquisadores da ESET também identificaram diversas ameaças direcionadas a usuários Apple. Entre elas, destacam-se o DazzleSpy, um spyware usado para espionagem, e o CloudMensis, um malware que vaza informações e captura capturas de tela no macOS. Outra descoberta relevante foi uma campanha de distribuição de aplicativos falsos de carteira de criptomoedas, projetados para roubar credenciais de usuários tanto no iOS quanto no Android.
A importância da proteção
Diante desse cenário, proteger dispositivos Apple contra phishing, ransomware, vírus, worms e spyware deve ser uma prioridade. A solução? ESET Cyber Security for macOS, desenvolvida especificamente para oferecer segurança essencial contra ameaças modernas.
Entre seus principais recursos estão o suporte nativo para chips ARM, atualizações automáticas e uma arquitetura otimizada baseada em micro-serviços, garantindo mais estabilidade, melhor desempenho e menor consumo de recursos.
Se a Apple tem motivos para celebrar mais um aniversário, os usuários também. E nada melhor do que contar com o ESET Cyber Security for macOS para manter a segurança em dia e ficar sempre um passo à frente dos cibercriminosos.