5 lições de cibersegurança que aprendemos com Indiana Jones

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Nos últimos 42 anos, quando se fala em arqueologia, um nome vem imediatamente à mente: Indiana Jones. O personagem emblemático criado por George Lucas e imortalizado por Harrison Ford tornou-se uma referência inevitável quando o assunto são tesouros escondidos que guardam segredos milenares.

Ao desvendar mistérios impossíveis, escapar de situações extremas e enfrentar perigos, o professor de arqueologia Henry Walton Jones Jr. também soube nos deixar lições tão valiosas quanto as relíquias que inspiram suas aventuras.

Aproveitando o recente lançamento de "Indiana Jones e a Relíquia do Destino", a quinta parte da saga, vamos revisar, as 5 lições de segurança cibernética que aprendemos com Indiana Jones em cada um de seus filmes.

1 - "Isso é o que me preocupa".

"Os Caçadores da Arca Perdida", filme que deu início à saga em 1981, nos permitiu compartilhar o primeiro desafio de Indiana Jones. Durante sua jornada pela América do Sul, ele conheceu Satipo, que o guiou até a caverna do ídolo Hovitos e com quem teve a seguinte conversa:

Satipo: Rápido, não há nada a temer aqui!

Indiana Jones: Isso é o que me preocupa.

É inevitável fazer um paralelo com aqueles golpes que usam ofertas de emprego atraentes e quase ideais como isca: salários substanciais, benefícios superlativos, férias pagas, por exemplo. Tudo parece estar bem, que não há nada a temer, que o emprego dos nossos sonhos chegou. É exatamente com isso que devemos nos preocupar.

Os cibercriminosos buscam obter pagamento antecipado por um suposto treinamento ou informações pessoais com esse tipo de golpe. Há casos em que o escopo da falsa oferta de emprego conseguiu enganar a equipe interna e comprometer a organização por meio de um arquivo infectado por malware.

2 - "Ou você me dá o diamante, ou coisas vão acontecer".

Lançado em 1984, "Indiana Jones e o Templo da Perdição" foi a segunda parte da saga e nos levou à Índia para que nosso arqueólogo favorito ajudasse os habitantes de um vilarejo a recuperar uma de suas relílias mais sagradas.

Durante o filme, há uma frase que podemos associar claramente ao ransomware: "Ou você me dá o diamante, ou coisas vão acontecer". Talvez em outras palavras, os cibercriminosos, uma vez que perpetram um ataque de ransomware, exigem o pagamento do resgate das informações obtidas, com a ameaça extorsiva de destruí-las ou divulgá-las publicamente, a fim de obter uma recompensa financeira. Não menos importante, eles geralmente não cumprem sua promessa: recebem o pagamento do resgate e ainda assim publicam, vendem ou destroem as informações.

Assim como o Professor Jones começa cada aventura com seu chapéu sempre presente, é necessário que nós, como usuários, saibamos como nos preparar para um possível ataque de ransomware. Alguma dica? Tenha uma solução robusta e confiável, faça backups regulares e tenha um plano para o caso de ocorrer um incidente.

3 - Conhecimento é poder

Se Indy foi capaz de descobrir a localização do Santo Graal e superar as provações que estavam por vir em Indiana Jones e a Última Cruzada, foi graças a um fator determinante: seu conhecimento. O diário, no qual estão reunidas suas anotações, desenhos e referências de sua longa carreira, é a prova óbvia disso.

No campo da cibersegurança, o mesmo é verdade, especialmente porque um elemento tão valioso como a informação é protegido e porque novas ameaças e fraudes surgem constantemente. Portanto, o que poderia ser melhor do que ter uma revista atualizada com as últimas notícias, análises e pesquisas, como a We Live Security.

4 - "Há motivos para questionar os amigos hoje em dia".

Não daremos muito contexto nem entraremos em spoilers desnecessários, caso haja alguém na sala que (inacreditavelmente) ainda não tenha assistido a "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal", lançado em 2008. Mas diremos que uma das falas do filme infelizmente tem seu correlato no contexto atual da cibersegurança: "Há motivos para questionar os amigos hoje em dia". Tudo graças ao phishing.

Pois além dos e-mails que enviam comunicações fingindo ser de órgãos governamentais, instituições financeiras ou serviços digitais, há também a variável daqueles que fingem ser um contato conhecido. Isso acontece quando essa conta foi previamente sequestrada por um invasor.

De fato, essa mesma metodologia foi vista recentemente em uma atividade preocupante no WhatsApp. Esse golpe consistia em o invasor entrar em contato com a vítima de um número desconhecido, mas fingindo ser uma pessoa próxima à família. Sim, era um perfil que copiava o legítimo, incluindo a fotografia e o nome da conta.

5 - "Eu não acredito em mágica".

Lançado recentemente e após 15 anos de espera (sim, 15 anos), "Indiana Jones e a Relíquia do Destino" é o último episódio da saga e, claro, também aqui o bom e velho Indy nos deixou uma sábia reflexão que podemos relacionar diretamente à segurança cibernética. "Eu não acredito em mágica", afirma-se durante o filme, e a verdade é que nós também não, pelo menos quando se trata de proteger as informações confidenciais e pessoais das pessoas.

É por isso que nossa recomendação sempre foi, é e sempre será que os usuários não tentem ser seu próprio antivírus e confiem em uma solução antivírus robusta e premiada para proteger seus dados pessoais.

Na ESET, temos a experiência e as ferramentas para garantir que todos tenham o nível de segurança que necessitam. Para que sua vida digital seja realmente uma aventura para desfrutar, e não um filme de terror…